Foco no momento presente

Há uma coisa que podemos fazer, e as pessoas mais felizes são aquelas que a fazem no limite de sua capacidade.

Podemos estar completamente presentes. Podemos estar cem por cento aqui. Podemos dedicar nossa atenção às oportunidades que surgem diante de nós.

Mark Van Doren

Esse trecho é uma citação que acabo de ler no livro A arte de fazer acontecer (Getting Things Done – GTD), no momento em que o David Allen trata justamente do desafio de realizarmos nossas atividades em uma época tão cheia de distrações como é a que estamos vivendo no hoje. A todo momento estamos sendo bombardeados de novas informações, de novas necessidades e prioridades, que atrapalham o andamento daquilo que estamos fazendo no momento, e nos deixam sempre com a sensação de sobrecarga.

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Estimando esforço de forma ágil

Estimar um projeto é um processo um tanto complexo. No entanto, é uma exigência sempre presente, afinal, nenhuma empresa inicia um projeto sem ter nenhuma dimensão, ainda que vaga, de quanto tempo, esforço ou recursos serão necessários para sua execução. Já que não podemos fugir desse cenário, vamos compreender um pouco melhor as razões que levam estimativas usuais a falharem, bem como formas de estimar projetos, do ponto de vista ágil.

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O impacto do salário na motivação

Aumento salarial ainda hoje é uma estratégia típica de muitas empresas, na busca da motivação de seus funcionários. Essa é uma técnica de longa data, que acredita que a melhor forma de buscar desempenho é através de prêmios e castigos (Motivação 2.0).

Mas será que essa estratégia ainda é válida hoje? Se levarmos em conta as novas gerações de trabalhadores do conhecimento, que buscam cada vez mais realização e propósito na vida, o impacto pode não ser tão grande. Mas se o salário não aumenta a motivação, será que ele pode causar desmotivação? Compreenda:

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O framework Scrum

O Scrum é um framework de desenvolvimento iterativo de produtos, que tem suas raízes no desenvolvimento de software ágil, dentro do qual pessoas são estimuladas a resolver problemas complexos e adaptativos, de forma incremental.

Esta postagem é uma introdução básica ao Scrum, e a primeira de uma série onde pretendo explorar os diversos princípios, estruturas, papéis e cerimônias, além de experiências práticas com o Scrum.

Modelo do Framework Scrum
Modelo do Framework Scrum. Fonte: Wikipedia

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Microgerenciamento em projetos ágeis: bom ou ruim?

Quando falamos em microgerenciamento dentro de projetos, seja de qual natureza este for, normalmente a primeira imagem que nos vem na cabeça é negativa: Por exemplo, um gerente de projetos controlando todas as atividades de uma ou mais equipes, através de ferramentas de gestão. Seja planilhas, diagramas de Gantt e outros. Tudo com bastante rigor e preciosismo.

Mas associar esta imagem com o termo microgerenciamento é uma visão limitada que inclusive gera bastante descrédito para a prática em si e para o gerenciamento de projetos como um todo. Acredito que o microgerenciamento tem o seu aspecto positivo quando se busca atributos como desempenho e qualidade.

Na minha opinião microgerenciamento é uma atividade inerente ao trabalho em equipe. Ele faz parte da convivência em família, do trabalho escolar em grupo, e do desenvolvimento profissional de projetos em times. Logo a definição de bom ou ruim está muito mais relacionada ao como ele é feito e por quem, do que sua simples execução.

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Delegação de responsabilidades

A delegação de responsabilidades encontra-se entre os grandes desafios de gerentes e líderes. Além de envolver riscos, a decisão sobre o quê, quando e como delegar requer esforço e planejamento, e seus benefícios são colhidos no médio a longo prazo. É por causa destas dificuldades que muitos gerentes tendem a centralizar tarefas em torno de si, ao invés de exercitar a delegação. Deste modo colhem resultados de curto prazo, e acabam tendo um falso sentimento de produtividade e qualidade. Acabam em um círculo vicioso que dificilmente se reverte.

Só que esta estratégia não se sustenta no médio e longo prazo, quando os desafios crescem. Na necessidade de escalar a organização e/ou time, o gerente acaba se atolando.

É somente através da delegação de responsabilidades que o líder vai conseguir promover o crescimento necessário, pois é através dela que criará novos líderes e times auto-organizados, que conseguirão assumir estas responsabilidades de forma eficaz.

Delegation

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